Clínica Berçar https://www.clinicabercar.com.br/ Neonatologia e Pediatria Wed, 03 Sep 2025 20:11:10 +0000 pt-PT hourly 1 https://www.clinicabercar.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cropped-logo_bercar_ICO-32x32.jpg Clínica Berçar https://www.clinicabercar.com.br/ 32 32 Introdução alimentar: papel do pediatra é fundamental https://www.clinicabercar.com.br/introducao-alimentar-papel-do-pediatra-e-fundamental/ Tue, 28 Sep 2021 14:43:34 +0000 http://www.clinicabercar.com.br/?p=227 A introdução alimentar e o aleitamento materno são pilares da alimentação que terão repercussão ao longo de toda a vida. Uma alimentação saudável se inicia com o aleitamento materno que é capaz de nutrir a criança com tudo o que ela precisa nos primeiros seis meses de vida.

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A introdução alimentar e o aleitamento  materno são pilares da alimentação da criança que terão  repercussão ao longo de toda a vida.  Uma alimentação saudável se  inicia com o aleitamento materno que, sozinho, já é capaz de nutrir a criança com tudo o que ela precisa nos primeiros seis meses de vida. A partir do sexto mês, devem ser introduzidos novos alimentos – como frutas e papas – , mas o peito deve ser continuado até dois anos ou mais se estiver sendo nutritivo para a criança.

“O sexto mês de vida é o momento da introdução alimentar, isso porque é a partir desta idade que  o bebê consegue sentar-se, sustentar a cabeça e o tronco e perde o reflexo de esticar a língua para mamar, o que o levaria a empurrar a colher para fora da boca.  Além disso, ele passa a ser mais curioso e abre a boca mais facilmente para provar novas coisas”, explica a neonatologista Mayara Spera, integrante do  Grupo Berçar.

Além da questão da maturação motora e cognitiva, é importante saber que:

  • Certas enzimas digestivas começam a ser mais eficazes no sexto mês;
  • As bactérias intestinais já estão instaladas e protegem o bebê de possíveis infecções;
  • Os rins começam a ser capazes de eliminar maiores quantidades de sódio;
  • As defesas (sistema imunológico) estão prontas para entrar em contato com novos nutrientes e proteínas, impedindo que o bebê desenvolva alergias alimentares.

Nem antes…

Introduzir novos alimentos antes do período de 4 a 6 meses pode ser perigoso devido a diminuição de ingesta do leite materno (alimento mais rico para o período), levando à deficiência de vitaminas e sais minerais e ao excesso de peso. É importante ressaltar a  imaturidade gastrointestinal e imune que podem levar ao desenvolvimento de quadros infecciosos e de alergia alimentar. 

nem depois

Oferecer alimentos muito tarde também é negativo, porque nesta fase de muitas mudanças a amamentação exclusiva precisa ser complementada com mais nutrientes. O bebê está crescendo! Portanto, a introdução alimentar tem o seu momento certo para acontecer.

Introdução alimentar: passo a passo 

A seguir, apresentamos os 10 passos para que os pais ou responsáveis possam ajudar a criança no contato com as novas texturas e sabores durante a alimentação, segundo as informações do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da  Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP):

  1. Dar somente leite materno até os seis meses, sem oferecer água, chás ou qualquer outro alimento;
  2. A partir dos seis meses, oferecer de forma lenta e gradual outros alimentos, mantendo o leite materno até os dois anos de idade ou mais;
  3. A partir dos seis meses, dar alimentos complementares (cereais, tubérculos, carnes, verduras, frutas e legumes) três vezes ao dia, se a criança receber leite materno e cinco vezes ao dia, se estiver desmamada;
  4. A alimentação complementar deve ser oferecida sem rigidez de horários, respeitando-se sempre a vontade da criança;
  5. A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida de colher, começando com consistência pastosa (papas/purês) e, gradativamente, aumentando essa consistência até chegar à alimentação da família;
  6. Oferecer à criança diferentes alimentos ao longo do dia. Uma alimentação variada é uma alimentação colorida;
  7. Estimular o consumo diário de frutas, verduras e legumes nas refeições;
  8. Evitar açúcar, café, enlatados, frituras, refrigerantes, balas, salgadinhos e outras guloseimas, nos primeiros anos de vida. Usar sal com moderação;
  9. Cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos; garantir o seu armazenamento e conservação adequada;
  10. Estimular a criança doente e convalescente a se alimentar, oferecendo sua alimentação habitual e seus preferidos, respeitando sua aceitação.

Nossa missão é promover um início de vida mais acolhedor e contribuir para o desenvolvimento de uma infância saudável.

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Leite materno a base da vida: saiba mais! https://www.clinicabercar.com.br/leite-materno-a-base-da-vida-saiba-mais/ Tue, 28 Sep 2021 14:40:50 +0000 http://www.clinicabercar.com.br/?p=223 Promover, proteger e apoiar o leite materno. Este é o papel do pediatra, principalmente nos seis primeiros meses de vida do bebê. A conscientização sobre o tema se inicia na consulta pediátrica durante o pré-natal e se consolida nas consultas regulares de puericultura.

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O leite materno sacia a fome e impulsiona o viver. É, naturalmente, indispensável nos primeiros momentos da existência. É a base da vida. A recomendação mundial é de que o aleitamento deve ser exclusivo até os 6 meses e complementado com adição de alimentos variados até os 2 anos ou mais. 

“Promover, proteger e apoiar o leite materno. Este é o papel do pediatra, principalmente nos seis primeiros meses de vida do bebê.  A conscientização sobre o tema se inicia na consulta pediátrica durante o pré-natal e se consolida nas consultas regulares de puericultura. A amamentação tem  impacto em todos os sistemas do organismo, tanto que o tema tem sido explorado nas diversas especialidades médicas”, afirma a neonatologista Fabiana Mello, integrante do Grupo Berçar.

A médica lista a seguir, 31 artigos publicados recentemente que são prova incontestável de que o aleitamento materno é um tema interdisciplinar da mais alta relevância para a saúde integral do indivíduo. Confira:

  1. Mães adolescentes que não tiveram dificuldade com o aleitamento materno no início da amamentação, apresentam menores escores de depressão aos 6 meses de pois do parto;
  2. Diferenças na composição do leite materno protegem a criança contra o desenvolvimento de doenças alérgicas;
  3. A decisão de amamentar é de responsabilidade exclusiva da mãe. Cabe ao profissional de saúde respeitar e apoiar a decisão materna, bem como informar sobre o valor e a importância do aleitamento materno;
  4. Prematuros alimentados com leite materno apresentam efeito benéfico para a função cardíaca, na idade adulta;
  5. A amamentação exclusiva, por quatro a seis meses, pode reduzir em 33% a incidência e a gravidade de dermatite atópica em crianças com história familiar de alergia;
  6. Ações de apoio à amamentação em situações de emergência ou catástrofes reduzem desnutrição, ocorrência de doenças e mortalidade infantil;
  7. O aleitamento materno é protetor contra obesidade infantil, com efeito dose-resposta;
  8. O aleitamento materno na infância protege contra o desenvolvimento de doenças inflamatórias intestinais, com efeito dose-resposta;
  9. O aleitamento materno pode programar o desenvolvimento de adiposidade na vida adulta;
  10. O uso do leite humano em crianças, após transplante de medula óssea, pode modificar o microbioma e reduzir a incidência de doença do enxerto contra o hospedeiro;
  11. Recomenda-se iniciar a amamentação o mais precocemente possível e estimular o aleitamento materno exclusivo, nos casos de icterícia neonatal, mesmo durante fototerapia;
  12. O leite materno é cada vez mais reconhecido como a primeira vacina dos lactentes;
  13. O leite humano tem imenso potencial na prevenção de grande parte das doenças alérgicas;
  14. A amamentação, por pelo menos 3 meses, pode reduzir a hospitalização de crianças por doenças infecciosas, mesmo em países desenvolvidos;
  15. A amamentação é uma boa medida para reduzir a dor dos recém-nascidos, quando submetidos a procedimentos dolorosos de pequeno porte;
  16. Evidências epidemiológicas indicam que os oligossacarídeos do leite humano protegem as crianças amamentadas contra infeção do trato urinário por Escherichia coli;
  17. O uso do leite humano coletado nas unidades neonatais pode contribuir para redução dos custos, da permanência hospitalar e da incidência de enterocolite necrosante;
  18. O aleitamento materno parece ser um fator protetor contra a recorrência de crises de enxaqueca em mulheres portadoras de enxaqueca antes da gestação;
  19. Revisão sistemática conduzida pela Cochrane reforça a atual recomendação internacional de aleitamento materno exclusivo por seis meses;
  20. A amamentação por seis meses ou mais pode prevenir 14% a 19 % dos casos de leucemia infantil;
  21. Aleitamento materno é um fator de proteção contra a otite média na infância;
  22. O apoio do pediatra à mulher que amamenta é fundamental para a continuidade do aleitamento materno além de 12 meses;
  23. O aleitamento materno protege a criança contra infeções do trato respiratório superior e inferior;
  24. Crianças amamentadas apresentam menor risco de adoecer por artrite reumatoide;
  25. Crianças amamentadas apresentam melhor desempenho escolar, com efeito dose-resposta;
  26. O aleitamento materno está associado com melhor desempenho nos testes de inteligência (3.44 pontos) em crianças, adolescentes e adultos jovens;
  27. A cama compartilhada, com segurança, favorece a prática do aleitamento materno, que é protetor contra a Síndrome de Morte Súbita do Lactente;
  28. Não há diferença nos despertares noturnos ou alimentação noturna entre as crianças amamentadas ou alimentadas com fórmula;
  29. Crianças amamentadas tem risco 35% menor de ter diabetes tipo 2 e 13% menor de ter sobrepeso/obesidade;
  30. A terapia medicamentosa materna é, na grande maioria das vezes, compatível com a amamentação. Por outro lado, os riscos da alimentação do lactente com fórmulas infantis são significativos e não devem ser banalizados;
  31. A presença dos pais nas UTI neonatais e o envolvimento no cuidado dos seus filhos prematuros apresenta impacto positivo na amamentação.

Aleitamento e covid

Evidências científicas publicadas, até o momento, na literatura médica – e corroboradas pelo Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) – demonstram que não há risco de transmissão vertical do SARS-CoV-2 pelo leite materno. 

Ou seja, não há razão para evitar ou interromper a amamentação, inclusive, o contato pele a pele pode e deve ser mantido. Lembrando que existe apenas a recomendação de adiar esse momento para que antes sejam tomados os cuidados preventivos recomendados em documentos da SBP e do Ministério da Saúde.

As revisões de estudos científicos feitas pelo Centers for Disease Control and Prevention (CDC) e o Royal College of Obstetricians and Gynaecologists (RCOG) recomendam que a mãe que deseja amamentar tome cuidados especiais no momento da mamada. Dentre eles está lavar as mãos antes e depois de tocar o bebê e usar máscara facial. As orientações também ressaltam que, se a mãe não se sentir segura em amamentar o bebê, o leite pode ser ordenhado manualmente ou com bombas extratoras. Em ambos os casos com higiene adequada, sendo em seguida oferecido ao lactente por um cuidador assintomático, com a ajuda de colheres ou copos.

Nossa missão é promover um início de vida mais acolhedor e contribuir para o desenvolvimento de uma infância saudável.

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Primeira consulta do bebê após o nascimento https://www.clinicabercar.com.br/primeira-consulta-do-bebe-apos-o-nascimento/ Tue, 28 Sep 2021 14:38:01 +0000 http://www.clinicabercar.com.br/?p=218 A primeira consulta do bebê deve acontecer entre 7 e 10 dias de vida. Esse é um momento muito importante para a família. Aqui, o vínculo com o pediatra, estabelecido no pré-natal, se fortalece, dando início a uma nova relação com a família, de maior proximidade e cumplicidade nos cuidados ofertados ao bebê.

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A primeira consulta do bebê deve acontecer entre 7 e 10 dias de vida. “Esse é um momento muito importante para a família. Aqui, o vínculo com o pediatra, estabelecido no pré-natal, se fortalece, dando início a uma nova relação com a família, de maior proximidade e cumplicidade nos cuidados ofertados ao bebê”, afirma a neonatologista Beatriz Mello, integrante do Grupo Berçar.

A médica listou algumas medidas que podem auxiliar as mães nesta primeira consulta do bebê ao pediatra. Confira-as a seguir:

  • Leve a Carteira Nacional de Saúde da Criança, lá estão registradas as vacinas, o acompanhamento do peso e outras informações fundamentais;
  • Liste por escrito todas as perguntas a serem feitas, para não esquecer de falar tudo durante a consulta. A mãe deve sair da consulta com todas as dúvidas esclarecidas;
  • Leve uma troca de roupa e fraldas; 
  • Caso o bebê tenha feito exames anteriores ou consultas com outros médicos leve esses exames e receitas para atualização;
  • Evite levar irmãos, primos etc. A consulta tem que ser focada no paciente do dia: o bebê. A consulta é individual, evite discutir problemas do irmão, do vizinho, do parente, cada caso é um caso;
  • Evite, principalmente nesta época de pandemia vários acompanhantes, é um meio de proteger você, seu filho e seu pediatra;
  • Ao entrar no consultório do pediatra, desligue o celular. O foco é a consulta;
  • A consulta de puericultura não é um evento, evite fotografar ou filmar, existe uma legislação que preserva o direito de imagem do médico e da criança;
  • Se quiser uma recordação com o pediatra, como uma foto com a criança, peça a permissão para fotografar.

O que deve ser avaliado em cada consulta?

  • Ganho de peso;
  • Ganho de altura;
  • Alimentação e suplementações vitamínicas de rotina;
  • Desenvolvimento: motor, cognitivo e emocional (incluindo relações interpessoais e desempenho escolar);
  • Imunizações;
  • Funcionamento gastrointestinal e gênito urinário;
  • Qualidade de sono;
  • Atividade física x tempo de telas;
  • Contato com a natureza;
  • Prevenção de acidentes.

Métricas utilizadas pelo pediatra em cada consulta 

  • Curvas de peso e estatura padronizadas pela OMS;
  • Curvas de desenvolvimento padronizadas pela OMS;
  • Calendário de vacinação pelo PNI (Programa Nacional de Imunizações);
  • Diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria sobre a suplementação de vitamina D e Ferro no primeiro ano de vida da criança.

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Consulta pediátrica no pré-natal: saiba mais https://www.clinicabercar.com.br/consulta-pediatrica-no-pre-natal-saiba-mais/ Tue, 28 Sep 2021 14:33:41 +0000 http://www.clinicabercar.com.br/?p=204 A consulta pediátrica no pré-natal acontece quando o bebê ainda está na barriga da mãe. É recomendada que a consulta com o pediatra ocorra no terceiro trimestre (por volta da 32ª semana), com a finalidade de ofertar, desde a gestação, cuidados à saúde materna e consequentemente ao bebê.

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A consulta pediátrica no pré-natal  acontece quando o bebê ainda está na barriga da mãe. É recomendada que a consulta com o pediatra ocorra no terceiro trimestre  (por volta da 32ª semana), com a finalidade de ofertar, desde a gestação, cuidados à saúde materna e consequentemente ao bebê. 

A importância desta consulta inicial está na orientação fornecidas às  mães sobre os cuidados  com o recém-nascido nos primeiros dias de vida. “Esta consulta reduz medos e apreensões da família em relação à chegada do bebê, por antecipar informações para resolver situações do cotidiano dos bebês. Oferecer suporte apropriado aos pais e cuidadores é um dos objetivos desta consulta”, explica a neonatologista Camila Stolz, integrante do  Grupo Berçar.

O que acontece na consulta com a gestante?

A consulta na gestação favorece a construção do vínculo  do pediatra com a família, o que pode impactar positivamente a puericultura e suas medidas de prevenção e promoção da saúde. A neonatologista Camila Stolz lista a seguir algumas recomendações para a  realização desta consulta: 

  1. A gestante deve comparecer acompanhada de quem compartilhará com ela os cuidados e a responsabilidade com o bebê, seja o (a) companheiro (a) ou outro membro da família;
  2. Levar toda a documentação da gestação: o cartão de pré-natal, o cartão de vacinação da gestante, os resultados dos exames complementares realizados (laboratoriais e de imagem) e prescrições de fármacos em uso.

Temas da primeira consulta com o pediatra

  • Intercorrências no pré-natal;
  • Vias de parto;
  • Assistência pediátrica em sala de parto;
  • Aleitamento materno;
  • Testes de triagem neonatal;
  • Impacto do nascimento da criança para a família;
  • Aspectos gerais sobre os cuidados com o recém-nascido;
  • Segurança da criança;
  • Orientação sobre a realização da primeira consulta de puericultura dentro da primeira semana de vida;
  • Dúvidas da família sobre outras demandas.

Indicações da primeira consulta 

A consulta pediátrica no pré-natal deve ser realizada por todas as gestantes, não se restringindo à gestação de alto risco. Algumas situações, no entanto, podem aumentar o risco de complicações fetais e neonatais e tornam imprescindível a realização desta consulta:

  • Gestação em idade precoce (menor que 16 anos) ou tardia (maior que 35 anos); 
  • Gemelaridade; 
  • Risco para prematuridade; 
  • História de aborto espontâneo anterior, óbito fetal ou neonatal;
  • Diagnóstico pré-natal de malformações fetais e/ou de síndromes genéticas; 
  • Condições maternas de risco para restrição de crescimento intrauterino (RCIU) e para aumento de morbimortalidade do feto e/ou o recém-nascido(alcoolismo, tabagismo, uso de drogas injetáveis, uso crônico de medicamentos, acidentes e traumas, exposição à radiação, sorologias maternas positivas para patógenos de possível transmissão vertical); 
  • Doenças maternas prévias ou intercorrentes (cardiopatias, hipertensão arterial sistêmica (HAS), nefropatias, alterações neurológicas, hematológicas, nutricionais ou metabólicas, infecções sintomáticas ou assintomáticas com soroconversão na gestação); 
  • Situações que envolvam riscos para o parto: posições anômalas (pélvica ou transversa), descolamento prematuro de placenta.

Nossa missão é promover um início de vida mais acolhedor e contribuir para o desenvolvimento de uma infância saudável.

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